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" Dedicatória
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Este meu livro é todo teu, repara
que ele traduz em sua humilde glória
verso por verso, a estranha trajetória
desta nossa afeição ciumenta e rara!
Beijos! Saudades! Sonhos! Nem
notara
tanta cousa afinal na nossa história...
E este verso é a feliz dedicatória...
onde a minha alma inteira se declara...
Abre este livro... E encontrarás então
teu coração, de amor, rindo e cantando,
cantando e rindo com o meu coração...
E se o leres mais alto, quando a
sós,
é como se estivesses me escutando
falar de amor com a tua própria voz!
(Poema de J. G. de Araujo Jorge,
do
livro "Meu Céu Interior" - 1934.)
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