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Maria da Cunha, poetisa contemporânea.
Jornalista, conferencista, publicou apenas um
livro de poesias: Trindades, com prefácio de
Júlio Dantas e do Conde de Monsaráz. Poesia
despretensiosa, refletindo uma alma feminina,
seus anseios, temores, desesperanças.
Razões pessoais a trouxeram ao Brasil onde viveu
alguns anos, falecendo em 1917. Seu nome figura
na Antologia das Mulheres Poetas Portuguesas,
de Antonio Salvado, e o soneto que selecionamos
pertence ao seu único livro: Trindades.
in
"Os Mais Belos Sonetos que o
Amor Inspirou"
J.G . de Araujo Jorge - 1a edição
- 1963
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