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Júlio Dantas
1876-1962
Nasceu em Lagos, Portugal, em 19 de maio de 1876, e
faleceu em 25 de Maio de 1962 em Lisboa. Médico,
desempenhou também importantes funções públicas.
Prosador, poeta, jornalista, conferencista, polígrafo
eminente, pertenceu à Academia das Ciências de Lisboa
e à Academia brasileira de Letras. Colaborador dos jornais
mais importantes de Portugal, e em La Nación, de Buenos Aires.
Conhecidíssimo dos leitores brasileiros pela sua variada
colaboração na imprensa do nosso país e no Correio da Manhã,
no Rio de Janeiro. Durante décadas, foi um dos autores
portugueses mais apreciados no estrangeiro. Em Portugal e
no Brasil, ficou mais conhecido por seu teatro voltado para o
amor elegante e o heroísmo aristocrático. Apesar de seu espírito
receptivo às mais modernas manifestações do espírito, deixou
uma obra poética em moldes clássicos.
A sua obra compreende diversos gêneros literários desde o romance,
passando pelo ensaio, poesia, teatro, tradução, crônica e conto.
Foi um exímio sonetista.
Obra:
Nada, 1896
O que Morreu de Amor, 1899
Viriato Trágico, 1900
A Severa, 1901
A Ceia dos Cardeais, 1902
Crucificados, 1902
D. Beltrão de Figueiroa, 1902
Paço de Veiros, 1903
Um Serão nas Laranjeiras, 1904
Mater Dolorosa, 1908
O Reposteiro Verde, 1912
A Pátria Portuguesa, 1914
O Amor em Portugal no Século XVIII, 1915
Soror Mariana, 1915
Sonetos, 1916
Mulheres, 1916
Eles e Elas, 1918
Espadas e Rosas, 1919
Os Galos de Apolo, 1921 (Ficção)
Arte de Amar, 1922 (Ficção)
O Heroísmo, a Elegância, o Amor, 1923
Eva, 1925
O Eterno Feminino, 1929
Contos, 1930 (Ficção)
Marcha Triunfal, 1954
in
"Os Mais Belos Sonetos que o
Amor Inspirou"
J.G . de Araujo Jorge - 1a edição
- 1963
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