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Francisco Sosa
(1848 – 1925)
Don Francisco de Paula Sosa y Escalante. “D. Pancho Sosa”
Nasceu em Campeche em 2 de abril de 1848,
filho de Domingo Sosa y Sosa e Dona Manuela Escalante y Castillo.
Publicou seu primeiro verso aos 14 anos e aos 18 seu primeiro livro:
"D. Wenceslao Alpuche", biografia deste poeta peninsular, primeiro de
um milhar e meio que publicou ao longo de sua fecunda vida.
Poeta acadêmico, dedicou-se exclusivamente ao soneto até os últimos anos
de sua vida, sendo "A Lelia", a mais famosa de suas poesias.
Liberal sempre, nunca jacobino, escreveu em jornais e revistas, desde a
"Revista de Mérida”, "El Liberal", "El Siglo YXC", e participou de todas
as atividades literárias e históricas que aconteceram na capital da
República no último terço do século passado e princípios do presente.
Em 1892, lhe foi conferido pelo Governo Espanhol, a “Gran Cruz de III Orden
de Isabel la Católica”, que recusou por haver sido instituída para premiar
aos que combateram contra a Independência de sua pátria. Então lhe foi
oferecida a “Gran Cruz de Carlos III”, que tampouco aceitou por seus ideai liberais.
Francisco Sosa, entre outras, publicou as obras seguintes:
"D. Wenceslao Alpuche"; "Trece Leyenda”;
"Manual de Biografía Yucateca"; "Recuerdos";
"Efemérides Históricas y Biográficas", 2 tomos;
"El Episcopado Mexicano";
Elogio de D. Casimiro del Collado";
"El Monumento de Cuauhtémoc";
"Biografías de Mexicanos Distinguidos";
"Las Estatuas de la Reforma , traducido al francés y al inglés;
"Conquistadores Antiguos y Modernos";
"Breves Notas tornadas en la Escuela de la Vida'.
Faleceu em Coyoacan, em 9 de fevereiro de 1925, na maior pobreza.
in
J G de Araujo Jorge,
"Os Mais Belos Sonetos Que O Amor Inspirou"
Poesia Universal - Européia e Americana -
Vol. III - 1a edição 1966
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