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Miguel Angel Asturias
Guatemalteco (1899-1974 )
Romancista guatemalteco nascido na Cidade da Guatemala,
em 19 de outubro de 1899 um dos mais célebres escritores
hispano-americanos do século XX e ganhador do Nobel de
Literatura (1967). Após concluir o curso de direito, mudou-se
para Paris, onde estudou etnologia centro-americana e entrou
em contato com os surrealistas (1930-1933). Voltou a seu país (1933)
e iniciou a carreira diplomática (1946), tendo ocupado os cargos de
adido cultural no México e na Argentina e de embaixador em El Salvador.
Foi homenageado pelo governo soviético com o Prêmio Lenin da Paz (1966),
um ano antes de recebe o Nobel.
Foi embaixador da Guatemala em Paris (1966-1970) onde passou a residir.
Seu primeiro sucesso literário foi "Leyendas de Guatemala" (Madri, 1930),
que lhe proporcionou a fama. Depois vieram "Sonetos" (1936),
"El señor presidente" (1946) e "Hombres de maiz" (1949), o livro de poemas,
"Sien de alondra" (1949), a peça teatral "Soluna" (1957) e a antologia
"Poesia precolombina" (1961) e a famosa trilogia "Viento fuerte" (1950),
"El papa verde" (1954) e "Los ojos de los enterrados" (1955).
Faleceu de Infecção intestinal, em Madri em 9 de junho de 1974
e foi sepultado no famoso cemitério parisiense "Pere Lachaise".
in
J G de Araujo Jorge,
"Os Mais Belos Sonetos Que O Amor Inspirou"
Poesia Universal - Européia e Americana -
Vol. III - 1a edição 1966
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