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Héctor Pedro Blomberg
( 1890-1955).
Nasceu em Buenos Aires em 18 de março de 1890
e morreu na mesma cidade em 3 de abril de 1955.
É talvez, o mais popular dos poetas argentinos.
Artista original, seus motivos nada têm de
comum com os dos outros poetas.
Sua atividade sempre teve relação com as letras:
foi jornalista, contista poeta, novelista e autor teatral.
Um de seus temas preferidos foi o revisionismo da
época federal. Não toma partido, mas sim
destaca fatos e realidades que revivem seu passado.
Seu colaborador musical foi o guitarrista Enrique Maciel
e seu intérprete mais difundido, o cantor Ignacio Corsini.
Entre suas obras mais conhecidas, citamos a
"La que murió en Paris" e "La viajera perdida",
entre aquelas sem cunho político, destacando entre as
de temática federal "La pulpera de Santa Lucía",
"Los jazmines de San Ignacio", "La mazorquera de Montserrat",
"La canción de Amalia", "Barrio viejo del 80" e
"Rosa morena" ("Abuelita Dominga").
E recordando o maior payador (repentista), escreveu
"El adiós de Gabino Ezeiza".
in
J G de Araujo Jorge,
"Os Mais Belos Sonetos Que O Amor Inspirou"
Poesia Universal - Européia e Americana -
Vol. III - 1a edição 1966
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