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Arturo Capdevila
(1889 - 1967 )

Nasceu em Córdoba em 14 de Março de 1889, e morreu em 20 de dezembro de 1967.
Arturo Capdevila foi poeta, autor dramático, narrador, historiador, crítico e viajante.

Estudou direito em Córdoba e finalizou seus estudos em 1913. Durante um breve
período de tempo se dedicou à magistratura e sociologia na Universidade cordobesa.

Em 1922 se radicou na Capital Federal donde exerceu a docência e efetuou atividade
s em instituições e academias. Em 1924 começou suas facetas de viajante, com viagens
à Europa e Estados Unidos.

Dentro de seus lauros se encontram o “Premio Nacional de Literatura” (1920), e
“el Gran Premio de Honor de la Sociedad Argentina de Escritores” (1949),
“la proclamación del gobierno argentino al Premio Nobel” (1966) e
“la Gran Cruz de la Orden Civil de Alfonso X el Sábio” entregue pelo governo espanhol.

Presidiu diversas instituições culturais, entre elas o Instituto Popular de Conferencias;
também participou da Academia Argentina de Letras e da Academia Nacional de Historia.

Suas obras poéticas mas difundidas são: "Jardines solos" (1911), "Melpómene" (1912),
"El poema de Nenúfar" (1915), e "El libro de la noche" (1917).

Entre suas obras teatrais se encontram:
"La Sulamita" (1916), "El amor de Schahrazada" (1918), "Zincalí" (1927)
e "La casa de los fantasmas".

Capdevila es una de las figuras mas relevantes dentro de la literatura argentina.

in
 J G de Araujo Jorge,
"Os Mais Belos Sonetos Que O Amor Inspirou"
Poesia Universal - Européia e Americana  -
Vol. III  - 1a edição 1966


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