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Mario
Quintana
Natural de Alegrete, RS, nascido em 30 de julho de 1906.
É o quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico,
e de Dona Virgínia de Miranda Quintana.
É o poeta das coisas simples. Despreocupado em relação à crítica,
fez poesia porque "sente necessidade", segundo suas próprias
palavras. Em 1928 ingressou no jornal O Estado do Rio Grande.
Após ter participado da Revolução de 1930, mudou-se para o Rio de
Janeiro, retornando em 1936 para a Livraria do Globo, em Porto
Alegre, onde trabalhou sob a direção de Erico Veríssimo.
Em sua poesia há um constante travo de pessimismo e muito de
ternura por um mundo que, parece, lhe é adverso.
Faleceu em 5 de maio de 1994
Obras que havia publicado até 1948:
A Rua dos Cataventos (1940)
Canções (1945)
Sapato Florido (1947)
Espelho Mágico (1948)
( Antologia da Nova Poesia Brasileira
J.G . de Araujo Jorge - 1a ed.
1948 )
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